quinta-feira, 11 de julho de 2013

RUTA DE ALFONSO XIII-POR LAS HURDES

Segundo dia da aventura, desta vez por Las Hurdes e Ruta de Alfonso XIII, um Rei que devia ser doido porque mandou fazer uns trilhos um bocadinho manhosos mas daqueles que a malta gosta.



Desta vez a saída foi de Nuñomoral, na zona de Hurdes, chegamos lá encostamos as viaturas e com as coisinhas todas prontas saímos para o segundo dia de pedaladas.



Logo para abrir o apetite apanhamos uma subida com quase 9 km, em algumas partes com algum pó derivado das máquinas que andavam a tirar madeira, que por coincidência era pessoal Português, dos lados do Orvalho.



Fomos indo e conquistando a subida nas calmas até que chegamos ao ponto mais alto, o Miradour del Carrasca, aqui era hora de recuperar um pouco.



Enquanto estávamos ali apareceram um grupo de ciclistas ali da zona, ali estivemos um pouco á conversa, subimos todos até ao miradouro e tiramos uma foto de grupo, ali nos entretemos um pouco á conversa.



Com o tempo a passar tivemos que seguir o nosso caminho e fomos entrar num brutal  single por uma encosta abaixo, mesmo á maneira.




Fomos descendo por entre pinheiros e com umas valentes curvas sempre em single.




Mais á frente tivemos que resolver um furo na bike do meu irmão, que rapidamente se resolveu, e lá seguimos pela encosta abaixo, algumas partes tínhamos que ter muita atenção é que era bem inclinado e com algumas pedras.



Mais á frente passamos a aldeia de Carabusino, aqui tive que comer umas belas cerejas que estavam mesmo apetitosas.



Seguimos até Casares de las Hurdes e Heras onde paramos para comer alguma coisa é que a barriga já estava a dar sinal, ali nos sentamos num café de um turismo rural, a Aldea la Cabachuela.




E que bem que ali se estava já não havia vontade de ir embora, com comida e bebidas frescas foi um custo sair dali.




Mas lá teve que ser, lá seguimos caminho e fomos até Asegur, entramos num single sempre ao lado do Rio Hurdano, mais um single que nos deixou com um sorriso de orelha a orelha.




Fomos desfrutando o espetacular single até Cerezal, continuamos e passamos o Embalse de Arrocerezal uma barragem de onde sai a água para consumo ali da zona.



A partir daqui é que foi o delas tivemos que conquistar uma subida daquelas mesmo duras de roer.





Com o calor que estava ainda custava mais, mas lá fomos indo nas calmas e como era a primeira vez que a subia parei umas vezes para ver as vistas e tirar umas fotos eheheheheeh.



Com o calor a apertar chegamos ao Mirador Pico La Hoya, e que vistas brutais, valeu o esforço da subida.




Depois de recuperados seguimos e descemos novamente para o Embalse de Arrocerezal onde fomos ao banho, com o calor que estava estava mesmo a apetecer.



Ali nos estivemos um pouco na água, sempre com as brincadeiras do José Luís, a água estava mesmo quentinha nem apetecia sair.



A muito custo lá seguimos caminho e passamos Cerezal, paramos numa fonte para beber uma pinga de água e continuamos até Nuñomoral, paramos mais uma vez para refrescar com umas cañas e degustar umas fatias de chouriço.



Com a volta terminada a pressa já não era muita, e ali nos entretemos uma bom bocado, depois arrumamos as bikes e fomos até ao parque.


Preparamos as coisas para o dia seguinte que era uma voltinha de roda fina ali pelas redondezas.




E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Continua.


quarta-feira, 10 de julho de 2013

PARQUE NATURAL DE LAS BATUECAS E PEÑA DE FRANCIA

Juntamo-nos 5 companheiros de pedaladas e fomos pedalar por terras espanholas, alugamos um Bungalow em El Casarito para ali ficar três dias e desfrutar dos belos trilhos ali da zona, foram dois dias de Btt e um dia de estrada.


Sai da Sertã na sexta feira e fui ter com o meu irmão a Castelo Branco, carregamos as bikes e lá fomos nós, o resto da malta ia lá ter mais tarde.


Chegamos ao parque de campismo fomos buscar a chave e fomos arrumas as nossas coisinhas, e fomos jantar, ali estivemos um pouco na varanda a beber uma cervejinha e á espera da malta que entretanto lá chegou.


Depois de um pouco de conversa lá fomos descansar porque no dia a seguir tínhamos uma boa voltinha para fazer.


Hora de levantar e ir comer alguma coisa, que o dia ia ser longo, saímos do parque e entramos logo no trilho, por uns singles com muita pedra, e em alguns sítios tivemos que levar as bikes ao colo.


Mais um pouco e chegamos a La Alberca, uma vila que é património mundial da Unesco, é uma vila para voltar a visitar, as casas todas enfeitadas, as ruas muito bonitas, aconselho uma visita.


Depois de termos parado na Plaza Central e bebido umas cañas com limon para refrescar lá seguimos e entramos no Trilho das Raízes, um percurso pedestre bem bonito e com muita sombra, chegamos á Lagoa de São Marcos onde existe uma Ermita já em ruínas.


Com uma fotos tiradas continuamos e entramos num bosque que mais parecia a Amazónia até que chegamos a Las Casas Del Conde uma aldeia onde fizemos umas boas paragens para comer umas belas cerejas.


Com uma barrigada de cerejas lá continuamos e entramos no trilho do Bosque dos Espejos, um espetacular single com muita vegetação e tb com muita pedra, é destes trilhos que a malta gosta.


Mais uma pedaladas e chegamos a Sequeros, paramos para ver a Iglesia de la Virgen Del Robledo, muito bonita.


Passados Sequeros seguimos e passamos perto de Vilanueva Del Conde, entramos no trilho do Camino de lo Prodigios para subir até Miranda del Castañar tivemos que trepar uma valente calçada em single que com o calor que estava fez suar um pouco.


Chegamos a Miranda e paramos para beber mais uma bebida fresca é que o motor já ia bem quente, depois do motor arrefecer seguimos e passamos a Ermita de la Virgen de la Cuesta.


Depois das obrigatórias fotos seguimos e descemos por La Calle Carrera Ancha, com muita pedra solta tinha que se ter muito cuidado para não riscar os cromados, descemos até ao Molino del Castañar, mais um sitio bonito onde existe um restaurante e uma praia fluvial.


O Nuno e o José Luís ainda foram molhar os pés, mas depressa nos fizemos ao caminho é que ainda tínhamos algum caminho pela frente, seguimos então para Cepeda onde fizemos mais uma paragem para uma bebida fresca.


Com a temperatura mais baixa lá continuamos e passamos Madroñal e Herguijuela de la Sierra, subimos um pouco e paramos para ver o Molino de la Dehesa, tiramos umas fotos e lá fomos por uma valente subida pela encosta De Las Batuecas.


No meio da subida encontramos uma barragem, nem pensamos duas vezes fomos todos ao mergulho, com o calor que estava soube que nem ginjas.


Depois de um bocadinho bem passado e mais frescos seguimos caminho, um pouco mais á frente acabou a subida e fomos sempre á meia encosta da Sierra da Peña de Francia até que chegamos á estrada que vai para o Santuario da Peña de Francia.


Continuando entramos no trilho do GR 10, por uma boa descida onde tínhamos que ter muita atenção porque tinha muita pedra e cair ali não dava muito jeito.

Descemos até ao fundo do val sempre no GR 10, passamos por um pontão em pedra já com uns bons anos, e mais umas pedaladas entramos no circuito El Casarito, um percurso em volta do parque de campismo onde estávamos a pernoitar.


Chegamos ao final um pouco cansados mas com um sorriso de orelha a orelha e com a recordação de imagens fabulosas por onde tínhamos passado, foi uma voltinha que vou recordar para o resto dos meus dias.


Depois do banho tomado fomos jantar uma bela Paelha e beber umas cañas para ganhar forças para o dia seguinte.


E assim foi mais uma voltinha com o lema PEDALAR PARA DESCONTRAIR.
Continua.




segunda-feira, 1 de julho de 2013

PORTAS DE RODÃO

Já á algum tempo que estava para ir ver as tão faladas Portas de Rodão em Vila Velha de Rodão, uma bonita passagem do Rio Tejo.



Tinha combinado com com o meu colega de roda fina o José Almeida para me fazer companhia, tb falei com o Luís Bandeiras que disse logo, presente.



Eu e o Zé saímos da Mougueira e subimos até á Portela dos Bezerrins, lá fomos pedalando e passando Moinho do Cabo, Val do Pereiro, Moinho Branco, Maljoga, Isna de São Carlos, Ribeira de Eiras, Eiras, Sarzedinha e mais um pouco chegamos a Proença-a-Nova.




Paramos na Pastelaria Estrela Doce onde o Luís Bandeiras já nos esperava, bebemos um cafézinho e seguimos as nossas pedaladas.


Passamos Proença descemos pelo Val Porco e chegamos ao Pontão do Laranjeiro, cortamos á esquerda e passamos Val D´Urso, Pucariço, Sobreira Formosa, onde paramos para encher os bidons.


Já atestados de água seguimos, passamos ao lado do Ripanço, mais á frente passamos Giesteiras Cimeiras, Maxiais, Sobral Fernando e paramos na ponte que passa por cima do Rio Ocreza, onde paramos para ver as Portas de Almourão.


Com as fotos tiradas seguimos até Foz do Cobrão onde tínhamos uma boa subida em paralelos, passada a subida seguimos, passamos Val Cobrão e mais á frente entramos no I P 2.



Descemos até Alvaiade onde cortamos para Távila, Gavião de Rodão, e sempre com uma inclinação a favor depressa chegamos a Vila Velha de Rodão.



Paramos em cima da ponte para dar uma vista de olhos nas Portas de Rodão, é uma passagem bem bonita do Rio Tejo.



Fomos até ao Alentejo encher os bidons de água fresca e continuamos com a nossa voltinha agora com uma boa subida até ao Castelo do Rei Vamba, com umas vistas espetaculares sobre as Portas de Rodão e as planícies alentejanas.



Demos a volta ao castelo e aproveitamos para comer umas bolachinhas que levávamos no bolso, com as horas a passar tínhamos que seguir que se faz tarde, seguimos e passamos ao lado de Vilas Ruivas, e mais á frente encontramos a aldeia do Perdigão.



Passado o Perdigão era hora de descer a boa velocidade até á ponte do Rio Ocreza, o pior vinha a seguir uma boa subida e já com algum calor, pedalando nas calmas chegamos ao Val da Mua onde paramos no café Noite e Dia para mastigar alguma coisa mais consistente.



Sentamo-nos e ali vieram trazer uma sandocha de presunto e uma cervejinha que caíram que nem ginjas.



Já mais compostos seguimos com as nossas pedaladas, passamos Pedra do Altar, Val Clérigo, Espinho Pequeno, Moitas, Pontão do Laranjeiro e subimos até Proença-a-Nova.
Paramos novamente para encher água, despedimo-nos do Luís Bandeiras e seguimos o mesmo trajeto até á Mougueira de onde tínhamos dado inicio á nossa voltinha.
E assim foi mais uma voltinha com muito calor mas o lema de sempre, PEDALAR PARA DESCONTRAIR.