quarta-feira, 12 de outubro de 2011

CASTELO BRANCO ATÉ FÁTIMA EM BTT

Pelo segundo ano fui de Castelo Branco para Fátima de bike de btt .
Este ano fomos 10 amigos,
 o meu irmão AC,Nuno  Eusébio, João Afonso, Vasco Sequeira, Sérgio Marujo, José Luis Tavares, Jorge, Silvério Correia, Luis Lourênço, Carlos Pio e a minha pessoa,
esta foi a malta que alinhou ao principio, mas durante o trajeto ouve uns companheiros que se transformaram, o Nuno das caminetes, o Jójó da competição, o Luis das pedaleiras, era só transformações  EHEHEHEHEHE.
 Saimos de Castelo Branco  por volta das 7h 15, ainda estava fresquinho.
Fomos pedalando pela antiga estrada nacional 18, mais á frente entramos em terra e passamos pelo Retaxo,e logo a seguir foi a nossa primeira paragem nos  Amarelos,
    uma padaria onde papámos um grande Panike de chocolate para ganhar calorias para o desgaste que ai vinha.
Seguimos depois para Alvaiade, Távila, e pedalamos um pouco junto á A23, para depois mais á frente passarmos por cima da mesma em direção da serra do Perdigão, 
e depois foi descer em grande velocidade para a aldeia do Perdigão onde paramos numa tasca para  beber uma bebida fresca.
Lá seguimos o nosso caminho passando pela aldeia da Ladeira, e continuamos a descer para o Rio Ocreza.
E o ditado diz e bem, quem muito desce muito sobe e foi o que aconteceu, lá seguimos numa luta com uma grande subida até ao Vale da Mua, onde nos esperava umas travessas de peixinho frito e umas bebidas frescas para o nosso almoço.
Depois da barriguinha cheia lá seguimos caminho, passando pelo Peral, Murteirinha, Ribeira da Pracana e mais á frente a Galega onde subimos a serra com o mesmo nome, de seguida passamos a aldeia da Capela depois Gargantada,
Monte Fundeiro para depois pararmos no Robalo em casa do meu pai onde ele tinha um petisco á nossa espera.
Depois de termos comido e bebido seguimos caminho passando pelos Martinzes, Juntos, Pêro Gonçalves,
Amêndoa, Ribeiros, Quinta das Laranjeiras, Val do Grou e Vila de Rei onde iamos dormir na Residencial D´Dinis, 
 um pouco antes de lá chegar o João Afonso teve o azar do dia, a suspensão de traz rebentou, e já não deu para continuar a viagem no segundo dia.
Mas no dia seguinte tirou a desforra, foi de Castelo Branco até Fátima de roda fina.
 Chegamos a Vila de Rei cheios de sede, sentámo-nos na esplanada para beber uma loirinha e dar dois dedos de conversa, e chegou a hora de guardar as bikes e de ir tomar um banho para de seguida ir jantar.
Juntamo-nos numa mesa, e por ali nos entretemos um bom bocado a comer a beber e a contar umas larachas.
No dia seguinte levantamo-nos por volta das 7h, e tomamos o pequeno almoço por volta das 7h 30 .
Pegamos nas bikes para dar inicio á nossa luta, atestamos os camelbaks de agua perto da paragem dos taxis e lá seguimos.
Para começar descemos logo uma calçada para o pessoal abrir bem a pestana, entramos no trilho das Cascatas e descemos para os Estevais e continuamos para o Zevão e Braçal,

 onde apanhamos um bocado de alcatrão por não haver outro caminho até á ponte que dá passagem para Ferreira de Zêzere.

Paramos em cima da ponte para ver as vistas e remendar mais um furo, foi o que não faltou nestes dois dias foi furos e mais furos.
Lá seguimos caminho, passando pelo estradão da Pombeira que era uma boa subida, até lá ao cimo foi sempre a dar-lhe.
Chegados ao cimo  passamos no Chão da Serra, Castelo,e partir daqui que foi a doer,com cada SUBIDA faz favor daquelas mesmo boas, mas tb havia boas descidas EHEHEHE.
Continuamos o nosso caminho, já perto de Tomar foi a minha vez de ter uma avaria, parti a pedaleira, fiquei sem prato grande e médio,
 tive que ir até  Fátima sempre na avozinha, e lá fui eu sempre a bombar.
Na Avessada paramos para comer umas boas bifanas e beber umas bjecas frescas.
Seguimos então para Tomar, paramos no Convento de Cristo onde tiramos umas fotos.
Dali para a frente passamos na Beselga e entramos na Serra  D´Aire e Candieiros em trilhos daqueles com muita pedra tipico daquela serra que dá um gozo do catano pedalar.
Passamos por Algarvias,Casal da Pena e de seguida os tão falados Moinhos da Pena, e lá do alto tinha uma vista espetacular mesmo de regalar as vistas.
Mais umas pedaladas e lá chegamos ao nosso destino que era Fátima onde estavam  familiares e amigos á nossa espera.
 Obrigado amigos pela companhia e para o ano lá estaremos de novo para desbravar novos trilhos, um GRANDE ABRAÇO A TODOS.
Depois era hora de regressar a casa para o merecido descanso, foram dois dias com bons companheiros,
                      foram cerca de 180 km com o lema, PEDALAR PARA DESCONTRAIR.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

SERRA DOS COVÕES

Sai de casa com destino o alto da serra dos covões.

A primeira paragem foi na pastelaria para beber um cafézinho, depois de ter bebido o café e lá fui eu seguindo caminho.
Sai da Sertã pelo lado das escolas, desci para o Pego do Mouro onde passei a ribeira, e logo de seguida passei o Casalinho de São Fagundo,
 Casal da Estrada e Val Porco onde andei por uns caminhos novos.
Mais á frente desci para a ponte do Vilar da Carga para apanhar um estradão que passa ao fundo do Maxial.
Ia mais ou menos a meio do estradão decidi ir por outro caminho que parecia não ser mau mas enganei-me,
era uma subida e que SUBIDA era daquelas que se tem de pedalar com unhas e dentes.
Chegado lá ao cimo era hora de repousar um pouco, depois do repouso lá continuei com mais subidas, passando pelo Cimo do Ribeiro, Casal Novo,
Val da Ameixoeira passei tb perto da Macieira e mais um pouco lá cheguei ao alto da Serra dos Covões.
Chegado lá ao como da serra por ali estive a dar umas olhadelas pela paisagem ,com o céu limpo aquele sitio tem umas vistas espetaculares.
Depois lá continuei, passei o parque eolico todo com as suas grandes ventoinhas a girar.
Na ultima ventoinha passei por um moinho antigo já em ruinas a precisar de um restauro mas com esta crise não á dinheiro para o arranjar.
Agora no cimo da serra o que me esperava era uns bons kms a descer e foi isso que aconteceu.
Lá me fiz á descida sempre com um bom andamento até chegar á Marinha de Val Carvalho.
Passada a aldeia da Marinha continuei para o Amioso e de seguida passei na Serra de São Domingos, 
Cruz Fundeira, Foz da Valada e entrei na Sertã no cimo da vila, descendo pela Camâra Municipal para entrar numa quelha que vai dar ás  piscinas  fluvias.
E assim se passou mais uma manhã de pedaladas em solitário com o lema,
                                             PEDALAR PARA DESCONTRAIR.