Pelo segundo ano fui de Castelo Branco para Fátima de bike de btt .
Este ano fomos 10 amigos,
o meu irmão AC,Nuno Eusébio, João Afonso, Vasco Sequeira, Sérgio Marujo, José Luis Tavares, Jorge, Silvério Correia, Luis Lourênço, Carlos Pio e a minha pessoa,
esta foi a malta que alinhou ao principio, mas durante o trajeto ouve uns companheiros que se transformaram, o Nuno das caminetes, o Jójó da competição, o Luis das pedaleiras, era só transformações EHEHEHEHEHE.
Saimos de Castelo Branco por volta das 7h 15, ainda estava fresquinho.
Fomos pedalando pela antiga estrada nacional 18, mais á frente entramos em terra e passamos pelo Retaxo,e logo a seguir foi a nossa primeira paragem nos Amarelos,
uma padaria onde papámos um grande Panike de chocolate para ganhar calorias para o desgaste que ai vinha.
Seguimos depois para Alvaiade, Távila, e pedalamos um pouco junto á A23, para depois mais á frente passarmos por cima da mesma em direção da serra do Perdigão,

e depois foi descer em grande velocidade para a aldeia do Perdigão onde paramos numa tasca para beber uma bebida fresca.
Lá seguimos o nosso caminho passando pela aldeia da Ladeira, e continuamos a descer para o Rio Ocreza.
E o ditado diz e bem, quem muito desce muito sobe e foi o que aconteceu, lá seguimos numa luta com uma grande subida até ao Vale da Mua, onde nos esperava umas travessas de peixinho frito e umas bebidas frescas para o nosso almoço.
Depois da barriguinha cheia lá seguimos caminho, passando pelo Peral, Murteirinha, Ribeira da Pracana e mais á frente a Galega onde subimos a serra com o mesmo nome, de seguida passamos a aldeia da Capela depois Gargantada,
Monte Fundeiro para depois pararmos no Robalo em casa do meu pai onde ele tinha um petisco á nossa espera.
Depois de termos comido e bebido seguimos caminho passando pelos Martinzes, Juntos, Pêro Gonçalves,
Amêndoa, Ribeiros, Quinta das Laranjeiras, Val do Grou e Vila de Rei onde iamos dormir na Residencial D´Dinis,
um pouco antes de lá chegar o João Afonso teve o azar do dia, a suspensão de traz rebentou, e já não deu para continuar a viagem no segundo dia.
Mas no dia seguinte tirou a desforra, foi de Castelo Branco até Fátima de roda fina.
Chegamos a Vila de Rei cheios de sede, sentámo-nos na esplanada para beber uma loirinha e dar dois dedos de conversa, e chegou a hora de guardar as bikes e de ir tomar um banho para de seguida ir jantar.
Juntamo-nos numa mesa, e por ali nos entretemos um bom bocado a comer a beber e a contar umas larachas.
No dia seguinte levantamo-nos por volta das 7h, e tomamos o pequeno almoço por volta das 7h 30 .
Pegamos nas bikes para dar inicio á nossa luta, atestamos os camelbaks de agua perto da paragem dos taxis e lá seguimos.
Para começar descemos logo uma calçada para o pessoal abrir bem a pestana, entramos no trilho das Cascatas e descemos para os Estevais e continuamos para o Zevão e Braçal,
onde apanhamos um bocado de alcatrão por não haver outro caminho até á ponte que dá passagem para Ferreira de Zêzere.
Paramos em cima da ponte para ver as vistas e remendar mais um furo, foi o que não faltou nestes dois dias foi furos e mais furos.
Lá seguimos caminho, passando pelo estradão da Pombeira que era uma boa subida, até lá ao cimo foi sempre a dar-lhe.
Chegados ao cimo passamos no Chão da Serra, Castelo,e partir daqui que foi a doer,com cada SUBIDA faz favor daquelas mesmo boas, mas tb havia boas descidas EHEHEHE.
Continuamos o nosso caminho, já perto de Tomar foi a minha vez de ter uma avaria, parti a pedaleira, fiquei sem prato grande e médio,
tive que ir até Fátima sempre na avozinha, e lá fui eu sempre a bombar.
Na Avessada paramos para comer umas boas bifanas e beber umas bjecas frescas.
Seguimos então para Tomar, paramos no Convento de Cristo onde tiramos umas fotos.
Dali para a frente passamos na Beselga e entramos na Serra D´Aire e Candieiros em trilhos daqueles com muita pedra tipico daquela serra que dá um gozo do catano pedalar.
Passamos por Algarvias,Casal da Pena e de seguida os tão falados Moinhos da Pena, e lá do alto tinha uma vista espetacular mesmo de regalar as vistas.
Mais umas pedaladas e lá chegamos ao nosso destino que era Fátima onde estavam familiares e amigos á nossa espera.
Obrigado amigos pela companhia e para o ano lá estaremos de novo para desbravar novos trilhos, um GRANDE ABRAÇO A TODOS.
Depois era hora de regressar a casa para o merecido descanso, foram dois dias com bons companheiros,
foram cerca de 180 km com o lema, PEDALAR PARA DESCONTRAIR.